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Captação de água

CAPTAÇÃO E USO DA ÁGUA DE CHUVA

SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA

Soluções desenvolvidas em parceria com os melhores produtos neste segmento.

Porque fazer a captação e uso dá água de chuva?

A captação de água da chuva é uma prática muito difundida em vários países, onde a tecnologia dos equipamentos WISY-CONTROLL, permitiu a captação de água de boa qualidade de maneira simples e bastante efetiva em termos de custo-benefício. A utilização de água de chuva traz várias vantagens, tais como:

  • Redução do consumo de água da rede pública e do custo de fornecimento da mesma;
  • Evita a utilização de água potável onde esta não é necessária, como por exemplo, na descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de pisos, lavagem de roupas, lavagem de carros, peças, etc;
  • Ajuda a conter as enchentes, represando parte da água que teria de ser drenada para as galerias e rios;
  • Enorme contribuição ecológica para a sua comunidade e o planeta, uma vez que contribui para um consumo consciente de água principalmente nos grandes centros urbanos, devido crescente escassez de fontes de água potável.

A água de chuva depende de cinco etapas para ter sua qualidade assegurada!

A água de chuva chega da nuvem extremamente pura, mas acaba se contaminando com impurezas acumuladas nas coberturas, como terra, poeira, galhos, folhas, fezes de aves etc. O sistema WISY-CONTROLL desenvolveu o método de cinco etapas que assegura a boa qualidade da água — sem cheiro e sem cor — em qualquer situação e sem intervenção humana diária.

  • Primeira etapa: Antes de ser armazenada, a água é coletada através de um filtro Vortex Fino autolimpante que permite sua oxigenação e descarta folhas, detritos e partículas grandes.
  • Segunda etapa: Através do freio d’água ocorre a sedimentação e oxigenação da água de forma que as partículas pesadas se depositam no fundo e as partículas leves flutuam na superfície do tanque. As partículas pesadas acumulam no fundo da cisterna aonde forma-se um pequeno biofilme benéfico para a água.
  • Terceira etapa: O captador flutuante extrai para consumo a água logo abaixo da superfície, que é a mais limpa e oxigenada da cisterna.
  • Quarta etapa: O ladrão da cisterna é desenhado para “desnatar” a água, removendo automaticamente as partículas leves da superfície da água quando o tanque extravasa.
  • Quinta etapa: Para uso em fins o atendimento da NBR 15527:2007, torna-se necessário efetuar uma dosagem de cloro seguido de filtro de areia a fim de garantir a desinfecção da água antes do consumo.

Potencial de captação:

A quantidade de chuva é o primeiro fator determinante do potencial de captação. O índice anual de chuva do local onde se deseja instalar o sistema é uma informação fundamental. O índice pluviométrico mede quanto chove por ano em um m².

Por exemplo: em São Paulo chove em média por ano 1.450 mm/m², que equivalem a 1.450 litros ou 1.45 m³ por metro por ano, o que multiplicado pela área projetada do telhado fornece o potencial máximo de captação.Como exemplo, vamos calcular o potencial de captação para uma área de 500 m² de área de captação (telhados, lajes, etc.):500 x 1.450 = 725.000 litros de água por ano, bastante água não é mesmo?

Previsão de consumo

No meio urbano a água de chuva serve para usos não potáveis, principalmente WC, irrigação, lavagem de roupas, lavagem de carros, calçadas e limpeza geral. No meio rural, onde muitas vezes a água de chuva é uma das melhores fontes disponíveis para potabilização, sendo necessária para isso a sua análise bioquímica para determinação de tratamentos complementares adequados.

Em uma residência padrão, a água de chuva pode substituir a água tratada (e potável) da rede pública em diversas aplicações, tais como vasos sanitários, máquinas de lavar, irrigação de jardins, lavagens de carro, limpeza de pisos e piscinas, representando em média 50% do consumo físico, como indica o infográfico abaixo:

O uso de água para fins não potáveis em estabelecimentos comercias como escolas, prédios públicos e mesmo em indústrias — onde pode ser utilizada em torres de resfriamento e processo produtivo — pode responder por mais de 50% do consumo.


Requisitos de aplicações:

Residencial:

A qualidade da água é para uso nas áreas internas (WC e lavanderia) e assegurada pelo planejamento adequado do sistema e pelo cumprimento do sistema de tratamento de quatro etapas WISY-CONTROLL. A água da cisterna subterrânea pode ser distribuída com a ajuda de bomba de recalque ou pressurizador para um reservatório superior, de onde segue aos pontos de consumo por gravidade. Na utilização em WC é recomendável prever um sistema automático de abastecimento com alimentação da rede pública quando a água de chuva é insuficiente. Nesse caso, a separação física (atmosférica) dos sistemas deve ser garantida para evitar a contaminação da água da rede pública.


Jardim:

O tipo de sistema de jardins é o mais simples e a instalação pode ser feita em obra obras acabadas, pois implica em interferência mínima nas instalações existentes, a água de chuva, livre de cloro, é ideal para uso em jardins e lagos ornamentais, espelhos de água. A filtragem remove todas as partículas maiores, tornando a água adequada para usos em irrigação com aspersores. É possível alimentar a rede de distribuição sistema por gravidade ou por uma rede pressurizada com acionamento automático.


Comércio e Indústrias:

Em imóveis de grande área de captação, pode-se obter uma quantidade significativa de água para uso não potável, com ótimos benefícios econômicos e ambientais.

Os sistemas comerciais usam equipamentos maiores que os residenciais, mas seu princípio de funcionamento é o mesmo, Um maior grau de automatização e controle nos reservatórios e consumo de água podem ser implantados por meio de painéis de comando, aparelhos de medição etc. O excesso de água pode ser encaminhado para um lago ornamental (aerado) com efeitos estéticos e ambientais positivos. A água descartada preferencialmente deve ser direcionada para infiltração e recarga do lençol freático, evitando enchentes e o carregamento de sedimentos para os rios.